sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Flui como o sangue,
Jogado e achado,
Hoje e ontem.
Passado manchado.
Pesado passado.
À guerra!
A forja reclama o heroísmo,
O heroísmo reclama as espadas,
As espadas reclamam mais sangue.
Sem vontade, erguem-se
Os monstros de outras eras.
O terror, o terror!
Sem temor, todos
Arrastam-se,
Contemplam resquícios,
E atiram-se ao nada.

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